sexta-feira, 17 de abril de 2009

Há uma certa repetição, é verdade. Talvez um cansaço em escrever (quase) sempre sob a mesma lua e sentimento. Mas é inevitável e (quase) impossível segurar os dedos e o coração. Sob a orgia da vida e a luta por mim mesma e por algo mais, eu só penso em dizer, que fui sou e serei sempre. Um coração.

Vi muitas notícias por variadas janelas, e observei, em cada uma delas opiniões diversas, di e convergentes. Não segui nenhuma. Procurei formar a minha num suplício de vida. E tendo ficado tudo sem sentido, deixei assim.

Ouvi sons e palavras que supunham dizer algo e não cheguei a lugar algum. Tornaram-se sussurros desesperados.

E quando lerem, no futuro, não passará de uma mancha deixada pra trás. Sem necessidade de se compreender a que veio. Sem sentido.

Eu, Raquel

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma noite pode não ser tudo, pode ser muito, e não ser nada. Uma noite pode ser um começo, uma perspectiva, uma razão... Foi nisso que deu, uma proposta feita em grupo!

Aqui no Bar Balcão
São sonhos que sempre estão
assim,
agindo
como o previsto,
imprevisto
ou esperando.
Meu coração palpita no seu olhar
tão claro
como o desejo que segue
o mais puro
ideal.
Mas existe conexão!
Não há razão, amor
paixão, desejo
sentimento,
este que nem sempre sabe
o que quer dizer.
E quando sabe
se engana,
minha gana de amar
que é um mar.


4 perdidos, 4visões, numa mesa de bar